
Capítulo 8 - O Duelo Brutal
Ao chegar ao castelo, Dumont imediatamente percebe a gravidade da situação. Um sujeito corpulento tomou posse do lugar com um pequeno exército, espalhando medo e exigindo pagamentos em ouro e joias. O povo, acuado, observa silenciosamente, temendo a brutalidade dos invasores.
O Rei, um homem pacífico e bondoso, está encurralado no salão principal, cercado pelos bandidos. Sua expressão revela impotência diante da tirania.
Dumont não perde tempo. Com um gesto preciso, ordena que seus soldados se espalhem discretamente e identifiquem os capangas.
A tensão aumenta quando o Capitão avança até o tirano, que se recosta em um trono improvisado, com um sorriso desdenhoso no rosto.
— Essa anarquia acaba aqui! — diz Dumont, firme. — Pegue seus homens e suma.
O tirano, sem demonstrar qualquer emoção, ergue o queixo e ri com desprezo.
— Oh, um herói! — diz ele, sarcástico. — E como devo chamá-lo?
Dumont não hesita:
— Meu nome importa menos do que meu florete. Em guarda!
Com um movimento rápido, o Capitão desembainha sua espada e parte para o ataque. O tirano, pego de surpresa pela velocidade do golpe, tropeça para trás, mas logo recupera o equilíbrio.
Seu porte avantajado lhe dá vantagem em alcance, e ele tenta esmagar Dumont com golpes brutais.
O som do aço se chocando ecoa pelo salão. Dumont mantém a postura ágil, esquivando-se com precisão e contra-atacando sempre que encontra uma brecha.
A técnica impecável do Capitão frustra o tirano, que começa a perder o ritmo e a cometer erros.
Enquanto isso, a 17ª Esquadra executa um ataque
coordenado. De forma silenciosa e letal, os soldados neutralizam os capangas um a um, evitando alarde.
Quando os bandidos percebem a emboscada, já é tarde demais. A luta se espalha pelos corredores e pelo pátio, mas a experiência da Esquadra garante a vitória.
De volta ao salão, o tirano está exausto, respirando com dificuldade. Num movimento decisivo, Dumont desvia de um golpe pesado e executa uma finta precisa, desarmando o adversário.
Com um golpe certeiro, perfura o peito do tirano, que cai pesadamente no chão.
O silêncio toma conta do castelo. A 17ª Esquadra, agora vitoriosa, reúne os bandidos sobreviventes e os conduz ao calabouço.
Dumont limpa a lâmina de sua espada e olha ao redor. O chão, tingido de vermelho, revela o custo da liberdade reconquistada.
