
Capítulo 5 - Os Ladrões do Tempo
Revigorados pelo descanso, os soldados retomam a marcha, confiantes apesar do território desconhecido. Capitão Dumont lidera, mas seus pensamentos estão pesados, absortos na enigmática profecia do ancião.
De repente, um estrondo corta o ar, e um portal se abre diante deles. Sem aviso, um bando de homens aparece, invadindo com fúria, e a emboscada é violenta. Mesmo surpresos, os soldados reagem com precisão, formando uma linha de defesa enquanto uma batalha feroz se desenrola.
A luta é implacável. O som das lâminas se cruzando, os gritos de dor, os corpos caindo… para ambos os lados, as baixas são inevitáveis. Cada movimento é um desafio de vida ou morte.
Dumont avista o líder do bando. Sem hesitar, ele parte em seu encalço, correndo como um raio através do caos. Seu treinamento como espadachim brilha. Com uma habilidade ímpar, ele domina seu oponente, desarmando-o e derrubando-o no chão.
Aproveitando a oportunidade, Dumont arranca uma braçadeira de couro do braço do líder caído, dentro da qual há um frasco contendo um líquido misterioso e cintilante.
Antes que possa interrogar o prisioneiro, um dos bandidos surge das sombras e ataca Dumont com ferocidade. O Capitão, embora lutando com destreza, é forçado a recuar. O líder do bando aproveita a confusão para escapar, deixando para trás a braçadeira e suas respostas.
O portal se abre novamente, e o bando, com seus companheiros derrotados, foge pelo rift, desaparecendo em um instante. Dumont, ainda respirando com dificuldade, fica parado, observando o vazio que resta. Seu coração bate forte, e uma série de dúvidas o invadem.
Quem são esses bandidos? Por que nos atacaram? Que líquido estranho é esse que estavam carregando?
