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Capítulo 9 - A Recompensa Real

09 A Recompensa Real
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Terminada a batalha, o monarca se aproxima de Dumont e sua tropa com os braços abertos e um sorriso radiante no rosto. Sua voz ecoa pelo pátio do castelo:


— Meus heróis! Devo a vocês meu reino... e minha vida!

 

Os soldados da 17ª Esquadra se entreolham, ainda respirando pesado após o combate, mas um sentimento de alívio começa a tomar conta do ambiente. O Rei se vira para um ordenança e ordena:


— Toquem os sinos! Comecem a música! Meu coração está em festa, e assim também estará meu reino!

 

Em poucos instantes, os músicos se agrupam no salão principal, enchendo o ar com melodias vibrantes e alegres. As mulheres correm para os guerreiros, oferecendo abraços e palavras de gratidão.

 

As crianças, contagiadas pela alegria, formam uma roda e dançam em volta da fonte. Fogos de artifício explodem no céu, lançando cores sobre o castelo e seus arredores.

Dumont observa a cena com um leve sorriso nos lábios. Com um gesto de mão, ele libera a tropa para aproveitar a folia. Alguns dos soldados se juntam às danças, enquanto outros se servem dos banquetes improvisados.

Mais tarde, nos aposentos reais, o soberano convida Dumont a se sentar à mesa. Seu rosto ainda exibe traços de preocupação, mas a gratidão é evidente.


— Capitão, por favor, aceite minha gratidão em forma de recompensa. O que lhe falta? Ouro? Armas? Montaria?

Dumont faz uma mesura discreta, mantendo o tom respeitoso:


— Aceitarei de bom grado o que Vossa Majestade desejar oferecer.

O Rei coloca uma mão no ombro de Dumont, sorrindo com satisfação.


— Que assim seja!

A noite avança, e a celebração parece não ter fim. Risos e cantos se espalham pelos corredores, enquanto o povo finalmente saboreia um momento de paz.

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